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Linhas da Guerra: como a Segunda Guerra Mundial influenciou o design gráfico?

Os livros sobre fatos históricos recheiam as prateleiras de muitas livrarias pelo mundo afora. No ranking dos mais vendidos, sempre aparecem entre as primeiras posições. É comum que o ser humano tenha curiosidade sobre o que aconteceu com seus antepassados e a memória histórica é a melhor maneira de resgatar certos acontecimentos.

A Segunda Guerra Mundial é um dos fatos históricos mais procurados na internet, o que não muda quando questionamos os vendedores de livrarias. Na seção histórica, há inúmeros livros sobre esse evento, cada um trazendo uma perspectiva ou focando em um elemento diferente, uma forma de nos afastarmos daquele modelo pronto proposto pelos livros didáticos na escola. Pensando nisso, o designer gráfico Gustavo Vitulo, que é estudante de uma universidade de Minas Gerais, decidiu transformar o ramo design editorial, uma vez que o fato influenciou intensamente a história e a evolução da tecnologia do design gráfico.

O marketing de guerra era muito valorizado, uma vez que as propagandas de campanhas ideológicas eram muito importantes para ganhar a confiança e aceitação do público. Na época, muitos movimentos artísticos também emergiram, contribuindo ainda mais para a evolução das técnicas e ferramentas disponíveis para o desenvolvimento de peças gráficas. O Modernismo foi a principal corrente responsável pela transformação na maneira de ver a sociedade, influenciando não só as artes visuais, mas também a música e a literatura.

“A Segunda Guerra Mundial também foi responsável por revelar alguns expoentes do design de cartazes devido à grande necessidade de estimular a produção e desenvolvimento dos países, influenciando a opinião das pessoas através da propaganda.”, afirma o autor.

O trabalho de Gustavo tem a intenção de, editorialmente, mostrar como esta guerra pode ser representada imageticamente. Em 100 páginas, com miolo de papel casca de ovo, o designer procura atrelar a objetividade do estilo contemporâneo com a angústia causada pela guerra. E o projeto gráfico começa pela embalagem. O livro chega às mãos do consumidor em um saco manchado de vermelho, lembrando um pano sujo de sangue. Na capa dura, de couro marcado,  um mapa mundi, também manchado, que além de servir como cinta quando dobrado, aberto é uma introdução.

Documentos, cartas e postais antigos criados especificamente para compor o projeto completam a ideia de cruzar os dois assuntos. E falando em cruzar, cada página da esquerda é sobre o Design Editorial referente à página da direita, que fala sobre a guerra. Dois caminhos cruzados pela história.

Confira algumas imagens do projeto:

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Todas as imagens do produto podem ser vistas aqui

 

 

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