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Arte brasileira em Veneza

Por Mariana Hafiz

No dia 9 de maio foi aberta a 56ª Exibição Internacional de Arte, organizada pela Bienal de Veneza e intitulada “Todos os Futuros do Mundo”. Nesta edição, cerca de 136 artistas participarão, vindos de 53 países diferentes; destes participantes, 89 estão se apresentando pela primeira vez, como os países Grenada, Mauritânia, Mongolia, República de Moçambique e a República das Seicheles. O Equador, as Filipinas e a Guatemala também estão presentes após décadas de ausência.

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Escultura da artista Sarah Lucas está situada no Pavilhão Britânico.

Como foi dito pelo Diretor da Bienal, Paolo Baratta, está é a 56ª edição do Movimento, que agora completa 120 anos, e que ano após ano se desenvolve e constrói sua própria história, formada por memórias, mas também por uma sucessão de diferentes perspectivas sobre criações artísticas contemporâneas.

Baratta ainda explicou que o mundo de hoje apresenta profundas divisões e feridas, bem como incertezas e desigualdades gritantes; apesar do grande progresso em conhecimento e tecnologia, a sociedade passa por uma “Era da Ansiedade. Ele ainda explica que a Bienal observa a relação entre a arte e os desenvolvimentos humanos, sociais e políticos e que a intenção dos organizadores é, portanto, investigar como as tensões do mundo atuam nas energias sensitivas e expressivas do artista.

A Exibição contará com atividades educativas oferecidas a estudantes de todas as idades e séries, a universidades e academias de arte, a profissionais, companhias, amantes da arte e também a famílias. Espera-se envolver os participantes em tours guiados e em Workshops de criatividade.

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Instalação de André Komatsu, “Status Quo”.

André Komatsu, Berna Reale e Antônio Manuel são os três brasileiros escolhidos para participarem da Bienal, apresentando uma mosta política que critica a falsa liberdade em que o indivíduo transita atualmente. Com o título “É Tanta Coisa que Não Cabe Aqui”, os três construíram um local de aprisionamento para dizer que s[o sermos livres se estivermos trancados num espaço limpo, falso, montado pela imaginação e criado sob a “estética do condomínio”.

A Exibição ficará aberta ao público até o dia 22 de Novembro.

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